segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
terça-feira, 29 de julho de 2014
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A síndrome de down, a escola e os profissionais de apoio.
POR QUE INCLUSÃO ?
Há muitas razões por que uma criança com Síndrome de Down deve ter a oportunidade de frequentar uma escola comum. Cada vez mais pesquisas tem sido publicadas e o conhecimento sobre as capacidades de crianças com Síndrome de Down e o potencial de serem incluídos com sucesso tem aumentado. Ao mesmo tempo, os pais têm se informado mais sobre os benefícios da inclusão. Além disso, a inclusão é não discriminatória e traz tanto benefícios acadêmicos quanto sociais.
Acadêmicos
- Pesquisas mostram que as crianças se desenvolvem melhor academicamente quando trabalham num ambiente inclusivo
Social
- Oportunidades diárias de se misturar com seus parceiros com desenvolvimento típico proporcionam modelos para comportamento de acordo com a faixa etária
- As crianças têm oportunidade de desenvolver relações com crianças de sua própria comunidade
- Ir à escola comum é um passo chave em direção à inclusão na vida comunitária e na sociedade como um todo.
A inclusão bem-sucedida é um passo importante para que crianças com necessidades educacionais especiais se tornem membros plenos e contributivos da comunidade, e a sociedade como um todo se beneficia disso. Os colegas com desenvolvimento típico ganham conhecimento sobre deficiência, tolerância e aprendem como defender e apoiar outras crianças com necessidades educacionais especiais. Como escreve David Blunkett “ quando todas as crianaças saõ incluídas como parceiros iguais na comunicade escolar, os benefícios são sentidos por todos.
Mas a inclusão bem-sucedida não acontece automaticamente. A experiência mostra que um dos ingredientes mais importantes na implementação bem-sucedida de um aluno com necessidade de aprendizagem específia é simplesmente a vontade de que ela ocorra. A atitude da escola como um todo é, portanto, um fator significativo. Uma atitude positiva resolve problemas por si só. As escolas precisam de uma política clara e sensível sobre inclusão de sua direção e coordenação, que devem ser comprometidas com esta política e apoiar seus funcionários, ajudando-os a desenvolver novas soluções em suas salas de aula.
Coloque o aluno mais à frente
- Escreva com letras maiores
- Faça apresentações simples e claras
- Reforce o discurso com expressões faciais, sinais ou gestos
- Reforce o discurso com material de apoio visual – figuras, fotos, objetos
- Escreva novo vocabulário no quadro
- Quando outros alunos responderem, repita suas respostas alto
- Diga de outra forma ou repita palavras e frases que possam ter sido mal-entendidas.Crianças com Síndrome de Down típicas possuem dificuldade de fala e linguagem e devem ser atendidas regularmente por fonoaudiólogos que podem sugerir atividades individualizadas para promover o desenvolvimento de sua fala e linguagem.
A consequência disso é que a criança:
- Ganha menos experiência de linguagem que lhe dê oportunidade de aprender novas palavras e estruturas de período.
- Tem menos oportunidade de praticar para tentar falar com mais clareza
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
DEFICIÊNCIA E SEXUALIDADE
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
DCV –Déficit Visual Cortical
COMO SE INICIA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM VISUAL?
A visão é um fenômeno hermético e que inclui quatro etapas bem distintas: percepção, transformação, transmissão e interpretação.
A diversidade de patologias que provocam déficit visual e suas incidências num processo tão complexo como é o da visão trazem como conseqüência um comportamento visual muito heterogêneo, com exceção das perdas visuais de origem cerebral, pois, estas possuem características totalmente diferenciadas de todas as demais. Evidentemente, as diferenças individuais fazem com que cada pessoa se adapte de forma totalmente diferente segundo seu nível cognitivo, idade, personalidade, meio social e familiar, etc.
Segundo, o Déficit Visual Cortical é uma perda visual bilateral com respostas pupilares normais (as quais são produzidas no tronco cerebral) e sem anormalidades óbvias nos olhos. Contata-se que os componentes anteriores do sistema visual estão intactos, mas os componentes posteriores encontram-se comprometidos, assim, dependentes da área do cérebro afetada terão características muito diferenciadas.
“A deficiência visual cortical (DVC) é considerada uma alteração no cérebro, envolvendo a córtex visual em decorrência de acentuada prematuridade, ou situações críticas de sobrevivência, por isso, essas crianças apresentam, com freqüência, múltiplas deficiências e, até bem pouco tempo, eram consideradas cegas.”
De modo geral, apresentam grandes dificuldades para o controle de sua motilidade ocular, para realizar fixações continuadas (em muitos casos se dá a coincidência de diferentes patologias na mesma pessoa: assim, por exemplo, o nistagmus aparece associado a um bom número de patologias congênitas) e podem não apresentar nenhuma capacidade de acomodação (focalizar a diferentes distancias), etc. As funções óculo-motoras, capacidade de fixar, focalizar, seguir os objetos no espaço e a coordenação olho-mão interfere no desenvolvimento e resolução visual e, sem estas funções estas crianças não desenvolveriam uma capacidade de acomodação apropriada.
“A acomodação foi concebida como o processo de formação de imagem clara na retina. Segundo a autora, a acomodação interferiria na resolução visual para atividades de perto; uma disfunção acomodativa resultaria em imagem nebulosa, estresse físico, mental, fadiga e irritação.
”Se o sistema visual estiver danificado e o prejuízo estiver nas partes do cérebro onde se processa a imagem, a estimulação visual é necessária. O cérebro necessita de 'experiências de visão’ para que possa organizar novas funções visuais “A capacidade de ver e interpretar as imagens visuais depende fundamentalmente da função cerebral de receber, codificar, selecionar, armazenar e associar essas imagens a outras experiências anteriores.”
No campo da interpretação da informação, evidentemente relacionada com a situação a nível neurológico, a existência de um déficit sensorial da visão constitui por si só um obstáculo à aprendizagem. O desenvolvimento do pensamento e do raciocínio está conectado às experiências sociais a que as crianças estão expostas, cujos fatores biológicos são determinantes apenas no início da vida
“A carência de visão ou visão deficiente provoca problemas como a limitação de oportunidades de interação ou experimentação do meio. Estes podem afetar o desenvolvimento evolutivo das crianças que os padecem provocando retardos e dificuldades sobre alguns aspectos das áreas cognitivo-perceptiva, motriz e expressivo-afetiva.”
“A visão residual deve ser usada ao máximo de sua capacidade”, desde o ponto de vista perceptivo e de aprendizagem significa que quanto mais utilizar a visão, mais eficácia visual se obtém. Portanto, a visão é uma função aprendida, e sua qualidade pode melhorar com treinamento durante um período de tempo adequado.
“A distância da informação que separa um grupo social de outro não pode ser atribuída a fatores puramente cognitivos. Esta distância diminui quando o que está em jogo é o raciocínio da criança, aumenta quando se necessita contar com informações precisas do meio.
Assim, a capacidade de funcionamento visual da criança depende fundamentalmente de seu desenvolvimento. Sua memória visual ainda encontra-se em amadurecimento. Quanto mais a criança é estimulada a olhar, principalmente em pequena distância, mais estimula os canais perceptivos para o cérebro que recebe mais e mais informações, proporcionando uma eventual acumulação de variedades de imagens. Tanto a memória que se forma como a idéia que ganha corpo, se constituem por ação de uma função cognitiva presente tanto nos níveis superiores como inferiores, designando um ‘pensamento visual’.
O cérebro deve direcionar sua própria recuperação através da adaptação à estimulação e fornecimento de mais estímulos para si próprio. Ninguém pode fazer isso por ele. Piaget, citado por Ayres (1995), enfatizou que o estímulo e a resposta eram circulares, em um ambiente onde existem muitos estímulos, o indivíduo responde freqüentemente e de mais diferentes maneiras, e cria uma quantidade e variedade maior de estimulação para si mesmo.
Obsevou-se o efeito crowding nas crianças com DVC, isto é, falta de habilidade de seleção da imagem, eles demonstravam dificuldade para observar objetos ou figuras colocadas próximas ou juntas, mas podiam identificar mais rapidamente se estivessem destacadas e mais separadas no espaço. Elas podiam alcançar objetos focados para seus olhos e fazendo isto, eliminariam informações não essenciais, porque poderiam examinar apenas o objeto que entrava no seu campo visual.”
Uma estimulação adequada, experiências anteriores, motivação do ver, cultivo da atenção, as necessidades que lhe vão surgir e a aprendizagem fará com que as capacidades visuais inatas se realizem e se reparem. Cada criança possui um caminho preferencial para essa aquisição. A partir daí, devemos ter este caminho e direcionamento perceptivo sempre em mente, objetivando cada vez mais a motivação e simplificação da compreensão ou o aprendizado destas crianças.
Para conseguir um adequado desenvolvimento da criança com baixa visão, é necessário que se lhes facilite o acesso à maior quantidade de informação procedente do meio através de uma adequada estimulação visual já que déficit visual provocará limitadas oportunidades para acumular informações do meio.”
Os estímulos visuais, a princípio, precisam ser simples e isolados, devendo gradativamente atingir estímulos mais complexos. Devendo-se ter o cuidado de trabalhar uma função de cada vez. É preciso ter cuidado com os excessos. Necessitam de alto-contrastes principalmente preto no branco e branco no preto, diversificando as texturas (alto-relevo, médio-relevo, baixo-relevo, e aos poucos, sem nenhum relevo) para trabalhar as funções visuais-cognitivas, visomotoras e coordenação motora.
“o contraste pode ser potencializado por meio de lentes e filtros: além de lentes para melhorar a imagem, são recomendados filtros para diminuir o ofuscamento, o brilho e aumentar o contraste, melhorando a nitidez da imagem.”
O tempo de aprendizagem de uma criança com baixa visão varia de acordo com as condições e estímulos que serão oferecidos a ela. A velocidade e a precisão de respostas dependem do registro da imagem no léxico visual pela freqüência com que a criança já foi exposta e por tê-la acoplado ao seu sentido e da capacidade de raciocínio inferencial (dedutível) que possui permitindo-lhe antecipar itens ainda não visto. “As crianças com deficiência visual cortical necessitam de mais tempo, aproximadamente o dobro das crianças com apenas baixa visão.”
“Para Yakalov, o desenvolvimento das funções perceptivas superiores pode ocorrer até os dezesseis anos. Acreditamos que o desenvolvimento não é só biologicamente determinado, mas socialmente facilitado. E que o mundo não é visto simplesmente em cor e forma, mas sentido pela vivência e elaborado pelo significado.” (O processo é aparentemente lento, principalmente nos primeiros estágios, mas, à medida que há amadurecimento das funções e ampliação das capacidades a evolução estará mais perceptível. A família é muito importante para o desenvolvimento das potencialidades da criança, pois, é o apoio familiar irá favorecer a concepção de uma rotina visual, reforçando atividades e condutas realizadas nos atendimentos.
Desde muito cedo entendemos que a nossa vida é um eterno processo de aprendizagem. A aprendizagem, o trabalho que envolve atividades tanto do domínio da memória como da idéia, é de fato uma das condições que favorecem investir no raciocínio. Ver é, sem dúvida, um dos seus fatores principais assim como, recoletar memórias, desenvolver idéias e resolver problemas são capacidades próprias do intelecto.
Por Lucimar Sidney.
IPad pode ajudar crianças com deficiência visual, diz pesquisa.
O iPad pode ajudar a melhorar os resultados dos tratamentos de crianças com deficiência visual cortical (DVC), um transtorno neurológico grave causado por um dano cerebral que as impede de interpretar a informação visual que recebem, segundo um trabalho de campo publicado em 2011.
A intervenção antecipada na vida das crianças que padecem desta incapacidade é fundamental, afirmam os pesquisadores da Universidade do Kansas, já que, com as técnicas adequadas, a visão pode melhorar com o passar do tempo --e o iPad poderia ter um papel "crucial" neste processo.
Esta deficiência pode se manifestar desde o nascimento e sua gravidade depende do tipo de lesão do paciente, mas sempre requer cuidados específicos e uma educação especial.
Muriel Saunders do Life Span Istitute da Universidade do Kansas, especializado em pacientes com incapacidades, utilizou os tablets da Apple em seu trabalho terapêutico com um grupo de 15 crianças. "Ficamos totalmente surpresos", comentou.
"As crianças que normalmente não veem as pessoas, não respondem a objetos ou respondem de uma maneira muito repetitiva, ficaram fascinadas com o iPad", destacou a médica, que ajuda a desenvolver as habilidades da linguagem nos pequenos pacientes.
Tradicionalmente os terapeutas que tratam estas crianças usam uma caixa de luz, similar a que os médicos empregam para ver uma radiografia, já que é mais fácil ver as luzes e os objetos em alto contraste.
"Uma pessoa com DVC grave passa muito tempo olhando para as luzes. Embora não distingam com clareza, pode ser que vejam algo, mas não veem os rostos ou os objetos. Portanto, é como se fossem cegos", explicou Muriel.
A médica seguiu a sugestão de um de seus colaboradores de usar o iPad como réplica da caixa de luz e descobriram que as possibilidades de interagir com sons e cores são muito mais atrativas para as crianças.
Por enquanto estão sendo utilizados alguns aplicativos simples para que, tocando a tela, apareçam sons, imagens e silhuetas de cores sobre um fundo branco.
Muriel frisou que esta é apenas uma pequena amostra e ainda falta uma pesquisa formal para documentar o poder do iPad para ajudar estas crianças.
"Usando o iPad, os meninos não só podem interagir com a tela, mas podem aprender por meio de uma série de passos a controlar as coisas nessa tela", considerou a médica, que agora procura financiamento para realizar uma pesquisa mais profunda.
Durante os testes iniciais, Muriel contou com a colaboração de especialistas do Junior Blind of America, uma instituição que se dedica a trabalhar com crianças cegas.
Fonte: www.folha.com.br
O QUE É A FENILCETONÚRIA?
É uma doença genética, resultado de um erro do metabolismo, onde o problema esta na ausência ou deficiência de uma enzima do fígado que metaboliza os alimentos ricos em proteínas(carnes, leites, ovos, feijão), transformando o aminoácido fenilalanina (FA) em tirosina. Quando há um acumulo de FA no organismo que se deposita em alguns órgãos, inclusive o cérebro, e com conseqüente excreção aumentada de fenilcetonas na urina, dando-lhe um odor característico.
*TIPOS DE FENILCETONÚRIA:
a - Fenilcetonúria Clássica: a atividade da enzima fenilalanina hidroxilase é praticamente inexistente (atividade inferior a 1%) e, conseqüentemente, os níveis plasmáticos encontrados de fenilalanina são superiores a 20 mg/dl;
b - Fenilcetonúria Leve: a atividade da enzima é de 1 a 3% e os níveis plasmáticos de fenilalanina encontram-se entre 10 e 20 mg/dl;
c - Hiperfenilalaninemia Transitória ou Permanente: a atividade enzimática é superior a 3% e os níveis de fenilalaninemia encontram-se entre 4 e 10 mg/dl; esta situação é considerada benigna, não ocasionando qualquer sintomatologia clínica(1).
*SINTOMAS:
irritabilidade, choro freqüente, hiperatividade, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e linguagem, convulsões, hipertonia, hipotonia, microcefalia, tremores e principalmente deficiência mental.
*DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico ideal é aquele realizado através de programas de triagem neonatal, pois, permite tratamento precoce e prevenção do desenvolvimento do quadro clínico. A triagem neonatal é realizada através da dosagem quantitativa da fenilalanina (FAL) sangüínea, obtida de amostras colhidas em papel filtro (teste do pezinho). Para que o aumento da FAL possa ser detectado, é fundamental que a criança tenha tido ingesta protéica, portanto é recomendado que a coleta seja feita após 48 horas do nascimento da criança. Neste momento, mesmo crianças de risco, que ainda não tiveram contato com leite materno, podem colher material desde que estejam sob dieta parenteral (rica em aminoácidos essenciais). O diagnóstico da fenilcetonúria é confirmado quando os níveis séricos de fenilalanina são maiores do que 10 mg/dL (ou 600 mol/L) . A fenilcetonúria pode ser classificada como leve quando os níveis de fenilalanina se encontram entre 10 e 20 mg/dL e clássica quando estão acima de 20 mg/dL.
A triagem para fenilcetonúria através da análise de metabólitos na urina mostra-se inadequada para um programa de diagnóstico precoce.As alterações detectáveis na urina só surgem em fases posteriores às que são detectáveis no sangue e, muitas vezes, já com os primeiros sinais de lesão no sistema nervoso.
*PREVENÇÃO:
A fenilcetonúria acontece quando um bebê herda 2 cópias do gene específico que causa a fenilcetonúria, uma do pai e outra da mãe. Cada pai normalmente tem só uma cópia do gene e então não tem fenilcetonúria. Como os pais não sabem que estão levando o gene, não há nada que eles possam fazer para impedir que seus bebês tenham este problema.
*TRATAMENTO:
dieta pobre de alimentos ricos em proteínas (carne, leite, ovos...).
domingo, 9 de outubro de 2011
MOMENTO LEITURA
“CADE A SÍNDROME DE DOWN QUE ESTAVA AQUI? O GATO COMEU……” POR ELIZABETH TUNES
EDITORA AUTORES ASSOCIADOS
LIVRO QUE CONTA A EXPERIÊNCIA DE RECEBER UM FILHO COM SÍNDROME DE DOWN. LITERATURA FÁCIL DE SER ACOMPANHADA E TRÁS DICAS LEGAIS DESDE COMO PREPARAR A CASA ATÉ A ALIMENTAÇÃO ADEQUADA.
RECOMENDO.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
down e o mercado de trabalho
"A maior limitação para que os portadores de Síndrome de Down se tornem adultos integrados, produtivos, felizes e independentes não é imposta pela genética, mas sim pela sociedade". (Cláudia Werneck)
novas parcerias
o deficiente no mercado de trabalho
A inclusão de pessoas com deficiência mental no mercado de trabalho deixou de ser discutida apenas pelas entidades assistenciais. O assunto vem se tornado freqüente e, aos poucos, fazendo parte de discussões de programas de políticas públicas do governo, empresas e entidades de qualificação profissional.
De acordo com Carla Mauch, diretora do Instituto Paradigma que trabalha com deficientes, o campo de qualificação profissional já está oferecendo oportunidades para pessoas com deficiência mental. Exemplo disso, é o Programa 1º Emprego do governo que dá prioridade, em seus cursos de qualificação profissional para o mercado de trabalho, à pessoas com deficiências.
“Já existem algumas iniciativas, mas precisamos fazer todo um trabalho de conscientização porque como ainda há uma visão de que pessoas com deficiência mental são incapazes, acabamos desvalorizando e deixando de conhecer os saberes delas e, com isso, não há desenvolvimento”, acredita.
A entidade não oferece programas de qualificação profissional para pessoas com deficiência mental, mas faz parcerias com empresas e entidades de formação profissional que recebem esses jovens. O instituto também trabalha num projeto de educação corporativa em empresas para formação de gestores de recursos humanos. O objetivo é aproximar das empresas, discutir qualificação profissional e inclusão de tecnologias apropriadas para essas pessoas trabalharem.
“Além disso, fazemos uma sensibilização pois temos a perspectiva de que a empresa não tenha um olhar assistencialista ao contratá-los”, conta.
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), em São Paulo, mantém um programa em parceria com empresas em que estas fornecem demandas de trabalho para que o público alvo aprenda na prática.
“Fazemos isso porque as pessoas com deficiência mental precisam de coisas mais concretas para aprender. Existe uma grande dificuldade de elas transporem seus conhecimentos teóricos para a prática”, conta a coordenadora do programa de capacitação e orientação para o trabalho da APAE-SP, Elisabeth Teixeira.
O programa da entidade aceita apenas trabalhos que possam agregar conhecimentos a essas pessoas. ”O material de trabalho deve ser instrumento de capacitação por isso a tarefa deve trazer benefícios a eles. Os deficientes mentais ainda são os excluídos dos excluídos, portanto atividades que consigam proporcionar aprendizado nos ajudam a provar que o deficiente mental pode sim trabalhar e ser incluído”.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Fotos da oficina de costura na Belas Artes.
Algumas peças prontas. Essas peças estão servindo para treino dos pontos de bordado, para treino de costura de botões e fuxicos, e para confecção dos fuxicos. Futuramente eles irão ganhar essas camisetas.
Estou super contente com os resultados que estamos tendo. Eles estão conseguindo se concentrar por um bom tempo, estão mantendo a motivação e o interesse , e a criatividade está livre. Estamos trabalhando bastante a coordenação motora deles, mas não vi até agora eles se cansarem rápido ou pedirem para parar.
Praticamente todos os resultados estão superando minhas expectativas. Apesar de que eu confio tanto na capacidade deles, que nunca consigo duvidar que eles façam algo, e com isso não tenho medo de apresentar novas oportunidade para eles, e isso faz com que eles se sintam confiantes e produzam muito mais. è uma troca muito fácil quando é feita com convicção.
Amo meu trabalho e meu projeto.
Aqui vai duas fotinhos da turminha de trabalho.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Oficina de costumização
Enfim nossa capacitação para oficina de costumização começou….começamos com 5 de nossos meninos(as), e tivemos um ótimo resultado, tanto da produção deles, quanto da alegria e empolgação por estar criando com a costura. Eles se envolveram, interagiram, se concentraram, usaram bastante a criatividade e saíram falando que a ‘semana que vem tem mais costura né??’ hahahh.
Semana que vem posto algumas peças prontas. Aí vão algumas fotos
.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
AIAC em parceria com o CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES DE SÃO PAULO
quinta-feira, 31 de março de 2011
Conheça o projeto que promove a inclusão por meio das artes….
Em 1998 nascia o Projeto Belas Artes – Arte e Inclusão, fruto de uma parceria da então Centro Universitário Belas Artes de São Paulo com a Estação Especial da Lapa e Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Sua missão era, por intermédio de atividades artísticas, culturais e profissionais, contribuir para o processo de inclusão social de pessoas com deficiências física, mental ou sensorial. Para isso, o projeto contava com oficinas comandadas por monitores encarregados do delicado e desafiador objetivo de oferecer aos alunos a base para a compreensão de um mundo que lhes oferecia o poder de ir muito além de suas limitações: as artes.
Ao longo desta década de existência do projeto, outras iniciativas juntaram-se às oficinas. Destinado às pesquisas, políticas públicas e realização de palestras abertas à comunidade, foi criado o Centro de Estudos Multidisciplinar Pró Inclusão (CEMUPI) e, com o objetivo de fortalecer a relação dos alunos com aqueles ao seu redor, foram criados os Encontros de Pais e Familiares. Este conjunto de atividades permitiu ao projeto atingir a sua meta de promover a percepção da própria identidade e apresentar caminhos para ampliar o desempenho social integral.
A antiga Faculdade tornou-se, em 2002, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, e a Estação Especial da Lapa é atualmente a Divisão de Medicina de Reabilitação/Lapa. A parceria continua, fortalecendo-se a cada dia de sucesso deste projeto que, à sua maneira, revê nosso olhar sobre o mundo.
A AIAC teve o privilégio de fechar a parceria com esse projeto, e contar com o nome da Belas Artes em sua atuação para capacitar e integrar, sem deixar de se preocupar tb com a família, que na visão da AIAC, está diretamente ligada ao progresso, sucesso e continuidade dos trabalhos.
Estou muito feliz. Amanhã teremos mais fotos.
terça-feira, 29 de março de 2011
DEMOREI , MAS AÍ ESTÃO AS FOTOS QUE PROMETI……
REINICIAMOS HJ O TRABALHO DA AIAC COM A PARCERIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES. HJ RECEBEMOS NOSSOS ALUNOS DA CASA DE DAVID, QUE INICIARÃO UMA CAPACITAÇÃO NA ÁREA DE MODA….TEREMOS UMA OFICINA DE CUSTOMIZAÇÃO DE CAMISETAS E HJ COMEÇAMOS A SEPARAR OS ALUNOS E AS OFICINAS, QUE SERÃO VÁRIAS. TEREMOS OFICINAS DE PERFUMARIA, RESTAURAÇÃO DE LIVROS, SUCATA, DOBRADURA E CAPACITAÇÃO PARA TRABALHAR EM ESCRITÓRIO.
POSTAREI SEMPRE ALGUMAS FOTOS ALEATÓRIAS DE TODAS AS OFICINAS, MAS VOU ME FOCAR MAIS NA CAPACITAÇÃO PARA CUSTOMIZAÇÃO.
SEMANA QUE VEM RECEBEREMOS MAIS ALUNOS DE OUTRA ENTIDADE, E COLOCAREI NOVAS FOTOS. HJ ESTOU ME APRESENTANDO A VCS E APRESENTANDO PARTE DA EQUIPE DE TRABALHO E OS ALUNOS.
BJS A TODOS.


































